Repare que nos exemplos do vídeo, Maria tem em carteira as ações da empresa XYZ e pode lucrar tanto em um cenário de alta quanto de queda da ação – a depender da escolha da operação, se optar pela venda de uma Call ou venda de uma Put.
Se Maria acredita que as ações da empresa XYZ que possui devem se desvalorizar, ela pode vender uma Call.
Se no vencimento dessa operação a ação de fato se desvalorizar, Maria é remunerada com o prêmio pago pelo investidor que realizou a compra da Call.
Ou seja, Maria não desembolsou dinheiro algum para fazer essa operação e ainda ganhou dinheiro – justamente essa remuneração pode ser interpretada como “dividendo sintético”, por sua capacidade de remunerar o investidor pelo fato do investidor possuir a ação de determinada empresa.
Agora, no caso de Maria acreditar que suas ações da empresa XYZ devam se valorizar, ela pode vender uma Put.
Se no vencimento dessa operação a ação de fato se valorizar, Maria é remunerada com o prêmio pago pelo investidor que realizou a compra da Put. Ou seja, Maria recebe seus “dividendos sintéticos”.
Agora que você entende melhor sobre a dinâmica dos dividendos sintéticos, você possui mais essa ferramenta para rentabilizar a sua carteira de ações.
Se você já é um investidor de renda variável, certamente você possui algumas ações das quais você poderia estar ganhando dividendos sintéticos se tivesse aplicado as técnicas das operações de derivativos apresentadas.
É claro que derivativos envolvem riscos e é preciso estar ciente que essas estratégias são voltadas para um perfil de investidor mais agressivo.
Para investir com segurança e todo o respaldo de profissionais qualificados e certificados, a Ável disponibiliza seu time técnico de renda variável para conversar com você, entender seu perfil e objetivos para assim auxiliá-lo a realizar as operações que fazem sentido a você.
Fale agora com um assessor e avalie a possibilidade de rentabilizar sua carteira com dividendos sintéticos.