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Em 2025, diversos fundos de ações brasileiros entregaram retornos impressionantes, com alguns ultrapassando 80% de valorização, superando não só os juros tradicionais, mas também o desempenho do Ibovespa (~30% no ano).
Ao longo de 2025, a Bolsa brasileira viveu um dos seus ciclos mais positivos dos últimos anos. O Ibovespa renovou máximas históricas, impulsionado pela valorização de ações ligadas a setores como commodities, financeiro, consumo e infraestrutura. Esse ambiente de otimismo elevou diretamente o valor das carteiras dos fundos de ações, especialmente daqueles com maior exposição à renda variável doméstica.
Além disso, a melhora nas expectativas macroeconômicas, aliada à perspectiva de cortes graduais na taxa de juros, aumentou o apetite ao risco dos investidores. Com isso, houve maior fluxo de capital para ativos de renda variável, beneficiando tanto ações individuais quanto fundos que conseguiram capturar esse movimento com eficiência.
Outro fator decisivo para os ganhos expressivos foi o destaque dos fundos de ações com gestão livre e ativa. Diferentemente dos fundos passivos ou excessivamente atrelados a índices, esses veículos tiveram autonomia para:
Essa flexibilidade permitiu que gestores experientes antecipassem movimentos do mercado, ajustando as carteiras com agilidade diante de mudanças no cenário político, econômico e corporativo. Em muitos casos, a concentração estratégica em poucas teses vencedoras foi o principal motor de retornos acima de 50%, 60% e até 80% no ano.
Além da liberdade de alocação, a capacidade de selecionar ativos com fundamentos sólidos fez grande diferença em 2025. Fundos que apostaram em empresas com boa geração de caixa, baixo endividamento e potencial de crescimento conseguiram capturar valor mesmo em períodos de maior volatilidade. Assim, o timing de entrada e saída das posições também se mostrou crucial.
A expectativa de queda nos juros pelo Banco Central tende a beneficiar mais os ativos de maior risco, incluindo fundos de ações e multimercado. E mesmo diante da volatilidade política e econômica, típica de anos eleitorais, muitos gestores veem possibilidades de crescimento, especialmente se o cenário macro melhorar.
Claro, é preciso considerar que a volatilidade de mercado em períodos eleitorais no Brasil pode trazer altos e baixos acentuados. Por isso, a diversificação continua essencial para reduzir riscos e aproveitar oportunidades de retorno em diferentes classes de ativos.
A alta de 80% indica que o valor da cota do fundo cresceu 80% ao longo do ano, superando rendimento de muitos outros investimentos no mesmo período.
Não. Eles normalmente são mais indicados para investidores com perfil moderado a agressivo, pois têm maior risco e volatilidade.
Taxas menores tendem a tornar investimentos de renda fixa menos atrativos, direcionando capital para ações e ativos de maior risco com potencial de retorno superior.
Segundo analistas, as perspectivas são positivas, especialmente com potencial queda dos juros, ainda que haja incertezas no cenário político e econômico.
Verifique rentabilidade histórica, composição da carteira, taxa de administração e o histórico do gestor antes de decidir.
Fonte: InfoMoney
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