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O Brasil dá um passo decisivo em direção à regulação do mercado de criptomoedas. O Banco Central publicou, em 10 de novembro de 2025, as resoluções BCB nº 519, 520 e 521, que entram em vigor em 2 de fevereiro de 2026.
Essas normas criam licenciamento obrigatório para empresas de ativos virtuais. Além disso, equiparam transações com stablecoins a operações de câmbio e reforçam a fiscalização das instituições que operam com criptoativos. Assim, para investidores, corretoras, exchanges e indivíduos que negociam criptomoedas no país, o novo marco representa tanto oportunidades quanto desafios. Entenda aqui neste artigo!
Este pacote importa, porque aumenta segurança e transparência para o usuário e profissionaliza o mercado, com custos de compliance maiores no curto prazo e barreiras de entrada mais altas para players informais.
O mercado de criptoativos no Brasil cresceu rapidamente. Então, aumentaram os casos de fraudes, golpes e operações de lavagem de dinheiro. Assim, o BC percebeu que era preciso pressionar por governança e segurança no setor. Além disso:
Agora, empresas precisarão mapear lacunas, reforçar controles internos, revisar contratos/termos e preparar dossiês de autorização. Além disso, usuários devem confirmar se a plataforma escolhida entrará em conformidade.
As resoluções entram em vigor a partir de 2 de fevereiro de 2026.
Plataformas precisarão de licenciamento junto ao BC. Além disso, estarão sujeitas a obrigações de compliance, governança e reporte.
Sim, porque as stablecoins passarão a ser tratadas como operações de câmbio, com regras específicas para emissão, custódia e reporte.
Corretoras de cripto, prestadores de serviço de ativos virtuais (VASPs), emissores de tokens, usuários que operam via plataforma não autorizada devem verificar adequação.
Plataformas que não se adaptarem podem ser impedidas de operar legalmente, porque podem haver bloqueios, encerramento de serviços ou prejuízos para usuários.
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