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Financiamento ou consórcio? Comprar um carro, imóvel ou serviço grande quase sempre começa com esta mesma dúvida. A escolha certa não é a que “parece mais barata na parcela”, e sim a que encaixa no seu prazo, no seu custo total e na sua realidade de crédito.
Se você tem urgência, o financiamento costuma ganhar por imediatismo; se você consegue planejar, o consórcio tende a ser mais vantajoso no custo total. E a diferença quase sempre aparece quando você compara CET (no financiamento) com taxa de administração + fundo de reserva + seguros (no consórcio).
Agora vem o ponto que pouca gente faz (e é aqui que você economiza ou perde dinheiro): qual é o seu “preço da pressa”? Ou seja: quanto vale, para você, sair com o bem hoje e quanto isso aumenta o custo total ao longo dos anos? É isso o que este artigo vai te mostrar.
Financiamento significa comprar agora e pagar ao longo do tempo. Você sai com o bem (carro, imóvel ou serviço) praticamente de imediato, desde que o crédito seja aprovado.
Em troca, você assume o “preço da pressa”: o custo total tende a crescer por juros e encargos, e a parcela que “cabe” hoje pode virar um total pago bem mais alto no fim.
Enquanto isso, o consórcio é se organizar para comprar com método. Você entra em um grupo e vai pagando parcelas para formar o crédito coletivamente (autofinanciamento). O acesso ao crédito acontece na contemplação, que pode ocorrer por sorteio ou por lance, conforme contrato.
O trade-off é simples: você abre mão de comprar “agora”, mas costuma ganhar em eficiência financeira no longo prazo, porque o custo é de estrutura e não de juros como no financiamento.
A resposta correta é: depende da urgência, do custo total e do seu perfil de crédito. Mas dá para transformar isso em uma decisão objetiva (e, na maioria dos casos sem pressa, o consórcio tende a ganhar no custo financeiro).
Financiamento costuma fazer mais sentido quando:
Porque você “compra tempo”. Mas, o preço disso normalmente é pagar mais no total ao longo dos anos.
Consórcio costuma ser melhor quando:
Porque você troca imediatismo por eficiência financeira. Em vez de juros, o consórcio tem custos de estrutura (taxa de administração e eventuais itens do grupo), o que tende a ficar mais leve no longo prazo.
Use esta regra prática:
Se você quer o bem relativamente rápido, mas não quer carregar juros por anos, o meio-termo que costuma funcionar é:
A maioria das pessoas decide olhando a parcela. O problema é que parcela “bonita” pode esconder um custo total muito maior. Para comparar financiamento ou consórcio do jeito certo, você precisa colocar cada um no seu padrão de custos.
No financiamento, a taxa de juros isolada quase nunca conta a história inteira. O que interessa é o CET (Custo Efetivo Total), porque ele aproxima o “preço real” do crédito ao considerar o que normalmente vem junto (tarifas, seguros e encargos).
O que pedir para comparar duas propostas de financiamento:
Assim, se duas opções têm parcelas parecidas, mas o CET é bem diferente, a mais barata no CET tende a ser a melhor no longo prazo.
No consórcio, o custo costuma vir de estrutura, não de juros. Para comparar grupos/administradoras, olhe para:
Lembre-se que reajuste não é “juros”, mas muda o valor da parcela ao longo do tempo. O melhor grupo é o que deixa isso transparente e previsível na simulação.
É aqui que o consórcio costuma virar o jogo: quando você reduz o tempo de espera com estratégia, você aproxima o benefício de “comprar antes” sem carregar anos de juros.
Se você ainda está entre financiamento e consórcio, o próximo passo mais inteligente é simples: conversar com alguém que coloque sua urgência, seu custo total e seu perfil na conta. Conheça a Ável Consórcios e fale com o time para entender qual estratégia faz mais sentido para o seu caso (inclusive um plano de contemplação/lance, se for o caminho).
Antes de falar com o time, responda estas 5 perguntas, pois ajudam a entender a sua urgência, o seu apetite por custo total e se faz sentido montar um plano de contemplação/lance.
Em geral, consórcio não trabalha com juros como no financiamento; o custo costuma vir de taxa de administração e possíveis componentes do grupo.
A contemplação é a atribuição do crédito e ocorre por sorteio ou lance, conforme o contrato.
A dinâmica costuma ser diferente do financiamento, mas o contrato deve prever garantias exigidas para utilizar o crédito (na contemplação), e elas podem ser avaliadas.
A lei prevê essa possibilidade para o contemplado, sujeita à anuência da administradora e às condições do contrato.
Compare CET, porque ele consolida os custos (juros, tarifas, tributos, seguros e despesas).
Os mais comuns são seguros embutidos e tarifas/encargos do contrato. Por isso o CET é a referência correta para comparação.
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